Raul acordou com dor de cabeça como acontecia em quase
todos os dias. Cama dura, travesseiro ruim, e esse tipo de coisa. Órfão de pai
e mão e sem ter ninguém na família pra cuidar dele enquanto não fizesse 18
anos, ficou com a herança dos pais aos 15 mesmo. Precisava manusear com muito
cuidado aquele dinheiro pra garantir que poderia bancar ele enquanto não pegava
um estágio na universidade. O problema é que antes disso ele precisava entrar
na universidade. Alguém que tem TDA não consegue ir
muito bem no colégio, fora um milagre chegar no 1° ano do ensino médio sem
rodar. Não chegava a realmente sofrer bullying, afinal a maioria dos garotos
estavam muito ocupados tentando comer as garotas da sala, mas isso não impedia
de sempre ter alguém pra encher o saco dele.
Sem amigos por ser um tanto antissocial, preferia ficar sozinho do que rodeado de pessoas falando e perguntando. Mas sentia falta de dois tipos de companhias. Pais e namorada. Ele nunca tinha beijado uma garota, ele até já tentou se aproximar de algumas menos fúteis na sala, mas o jeito fútil(por mais que amenizado) e patricinha delas o deixava com ânsia de vômito. Quando saía do colégio ia direto pra casa, tentava estudar, não conseguia devido ao TDA, e ia pro computador. Ficar no MSN, twitter, Orkut e Facebook? Não. Ele descobrira uma coisa que prendia a atenção dele: Programas de hackers. Depois de descobrir alguns sites em particular, ficou tudo mais fácil. Ele podia muito bem hackear as contas das redes sócias dos garotos que o perturbavam, mas não gastaria seu tempo e habilidade com isso. Ele almejava coisas maiores. Invadir o sistema da polícia sem ser detectado e descobrir como seus pais morreram. Nunca foi explicado a ele, sempre que o assunto com a polícia chegava nesse ponto, os policiais diziam que ele devia apenas estar feliz por ter conseguido permissão pra viver sozinho, e não ser mandado direto pra um orfanato.
Sua vida corria normal até o dia que apareceu uma figura nova na sala de aula. A coordenadora do ensino médio chega na sala, e já vai fazendo as apresentações:
-Gente essa é a Katherinn, ela é nova por aqui então não dilacerem sua carninha nova- brincou a coordenadora- Ah, ali no fundo tem um lugar, pode se sentar lá.
Não era um lugar perto de Raul, mas ele já conseguia ver aquele rosto maravilhoso sem problemas. Era ruiva, tinha cabelos que chegavam na cintura e como ainda não tinha o uniforme da escola, estava com uma roupa muito foda: All Star preto, jeans rasgado e uma camisa do Slipknot. O piercing na sobrancelha dela dava o toque final. Todos os marmanjos daquela sala estavam babando, e as garotas com ciúmes, pois a atenção foi desviada delas, e com medo daquele visual mother fucker que elas nunca pensariam em usar. O sinal(finalmente) bate, hora do intervalo de aulas, e antes que Raul conseguisse se apresentar como o único metaleiro da sala, uma roda de garotos enchendo o saco e dando em cima dela já tinha se formado, e fodido as chances de Raul de conseguir alguém pra zoar do Justin Bieber com ele.
- Tranquilo, anda tem dois trimestres pela frente. – Fala Raul, sozinho, como sempre. Antes que ele pudesse continuar ouvir Katherinn:
- Af saiam da minha frente quero fazer meu lanche- Grita Katherinn
- Haha porque não vai lá em casa hoje a noite e lancha outra coisa? Meus pais não estão em casa, vamos estar sozin... – começa um dos garotos da roda mais é interrompido por um soco na cara vindo de Katherinn. Ela podia não ser muito forte, mas o anel com uma caveira no dedo dela fez um belo estrago perto da boca dele.
- Sua vaca! Eu vou te matar! – ameaça o garotão, se achando muito forte.
- Se encostar um dedo em mim eu arranco seus braços e bato em você com eles seu merda filho de uma puta! – Grita Katherinn com ódio no olhar. Naturalmente, a gritaria chamou a atenção da coordenadora.
- Vem cá, o que está havendo aqui hein?- Pergunta ela indignada.
- Essa maluca me bateu do nada! – mente o garoto
- O cacete! Você veio insinuando que queria transar comigo e me chamou de vaca! Eu devia era ter dado mais porradas em você!- Desmente Katherinn
- Não vou deixar que isso ocorra nessa escola sem punição! Os dois já pra minha sala – Reprima a coordenadora, tão irritada que achava que ia decapita-los com uma só mão.
- Há, gostei dela. Quando o esporro da coordenadora acabar, eu vou lá explicar pra ela como a banda toca por essa prisão do capeta – Fala Raul, sozinho, como sempre.
Acabando a aula, Raul foi falar com ela.
- Ei, sobre o que houve hoje...- começa Raul que é interrompido.
- Olha não quero falar sobre isso tá legal? Não foi um primeiro dia muito bom pra mim – Fala Katherinn, desinteressada e cansada.
- Ah, um dia. Meus três primeiros anos aqui também não foram muito bons- Retruca Raul.
- O que você quer hein garoto?- fala Katherinn, agressiva e impaciente, como sempre.
- Quero me apresentar. Raul ao seu dispor, até então único metaleiro da sala, e possivelmente do colégio- Apresenta-se ele.
- Tá bom, seu Raul, nos falamos amanhã, hoje quero ir pra casa pensar um pouco.- Após isso, Katherinn dá meio volta e sai andando pra casa.
Raul já sabia o que fazer. No dia seguinte, teria uma surpresa pra ela.
Sem amigos por ser um tanto antissocial, preferia ficar sozinho do que rodeado de pessoas falando e perguntando. Mas sentia falta de dois tipos de companhias. Pais e namorada. Ele nunca tinha beijado uma garota, ele até já tentou se aproximar de algumas menos fúteis na sala, mas o jeito fútil(por mais que amenizado) e patricinha delas o deixava com ânsia de vômito. Quando saía do colégio ia direto pra casa, tentava estudar, não conseguia devido ao TDA, e ia pro computador. Ficar no MSN, twitter, Orkut e Facebook? Não. Ele descobrira uma coisa que prendia a atenção dele: Programas de hackers. Depois de descobrir alguns sites em particular, ficou tudo mais fácil. Ele podia muito bem hackear as contas das redes sócias dos garotos que o perturbavam, mas não gastaria seu tempo e habilidade com isso. Ele almejava coisas maiores. Invadir o sistema da polícia sem ser detectado e descobrir como seus pais morreram. Nunca foi explicado a ele, sempre que o assunto com a polícia chegava nesse ponto, os policiais diziam que ele devia apenas estar feliz por ter conseguido permissão pra viver sozinho, e não ser mandado direto pra um orfanato.
Sua vida corria normal até o dia que apareceu uma figura nova na sala de aula. A coordenadora do ensino médio chega na sala, e já vai fazendo as apresentações:
-Gente essa é a Katherinn, ela é nova por aqui então não dilacerem sua carninha nova- brincou a coordenadora- Ah, ali no fundo tem um lugar, pode se sentar lá.
Não era um lugar perto de Raul, mas ele já conseguia ver aquele rosto maravilhoso sem problemas. Era ruiva, tinha cabelos que chegavam na cintura e como ainda não tinha o uniforme da escola, estava com uma roupa muito foda: All Star preto, jeans rasgado e uma camisa do Slipknot. O piercing na sobrancelha dela dava o toque final. Todos os marmanjos daquela sala estavam babando, e as garotas com ciúmes, pois a atenção foi desviada delas, e com medo daquele visual mother fucker que elas nunca pensariam em usar. O sinal(finalmente) bate, hora do intervalo de aulas, e antes que Raul conseguisse se apresentar como o único metaleiro da sala, uma roda de garotos enchendo o saco e dando em cima dela já tinha se formado, e fodido as chances de Raul de conseguir alguém pra zoar do Justin Bieber com ele.
- Tranquilo, anda tem dois trimestres pela frente. – Fala Raul, sozinho, como sempre. Antes que ele pudesse continuar ouvir Katherinn:
- Af saiam da minha frente quero fazer meu lanche- Grita Katherinn
- Haha porque não vai lá em casa hoje a noite e lancha outra coisa? Meus pais não estão em casa, vamos estar sozin... – começa um dos garotos da roda mais é interrompido por um soco na cara vindo de Katherinn. Ela podia não ser muito forte, mas o anel com uma caveira no dedo dela fez um belo estrago perto da boca dele.
- Sua vaca! Eu vou te matar! – ameaça o garotão, se achando muito forte.
- Se encostar um dedo em mim eu arranco seus braços e bato em você com eles seu merda filho de uma puta! – Grita Katherinn com ódio no olhar. Naturalmente, a gritaria chamou a atenção da coordenadora.
- Vem cá, o que está havendo aqui hein?- Pergunta ela indignada.
- Essa maluca me bateu do nada! – mente o garoto
- O cacete! Você veio insinuando que queria transar comigo e me chamou de vaca! Eu devia era ter dado mais porradas em você!- Desmente Katherinn
- Não vou deixar que isso ocorra nessa escola sem punição! Os dois já pra minha sala – Reprima a coordenadora, tão irritada que achava que ia decapita-los com uma só mão.
- Há, gostei dela. Quando o esporro da coordenadora acabar, eu vou lá explicar pra ela como a banda toca por essa prisão do capeta – Fala Raul, sozinho, como sempre.
Acabando a aula, Raul foi falar com ela.
- Ei, sobre o que houve hoje...- começa Raul que é interrompido.
- Olha não quero falar sobre isso tá legal? Não foi um primeiro dia muito bom pra mim – Fala Katherinn, desinteressada e cansada.
- Ah, um dia. Meus três primeiros anos aqui também não foram muito bons- Retruca Raul.
- O que você quer hein garoto?- fala Katherinn, agressiva e impaciente, como sempre.
- Quero me apresentar. Raul ao seu dispor, até então único metaleiro da sala, e possivelmente do colégio- Apresenta-se ele.
- Tá bom, seu Raul, nos falamos amanhã, hoje quero ir pra casa pensar um pouco.- Após isso, Katherinn dá meio volta e sai andando pra casa.
Raul já sabia o que fazer. No dia seguinte, teria uma surpresa pra ela.
hahaha gostei dela xD
ResponderExcluirsó da um revisada ai que tem erros de digitação